Artigo publicado no World Energy Council – Istambul – Turquia

http://www.wec2016istanbul.org.tr/ok

 

E a coleção desse ano de 2016 ficou +/- assim:

Entrevista sobre Furto de Energia Elétrica

 

Sobre a ética nas organizações: Diferença entre o trabalho em equipe e trabalho em conluio: a origem. Parte 1

Sobre a ética nas organizações:

Diferença entre o trabalho em equipe e trabalho em conluio: a origem.

 Parte 1

 Por: Hermom Leal

                                                                                              “Dois homens juntos são mais felizes que um isolado, porque obterão um bom salário de seu trabalho.” Eclesiastes 4:9

 O trabalho em equipe é uma das aptidões mais necessárias e destacadas na maiorias das atividades profissionais que envolvem grupos, equipes, e estruturas hierárquicas instruídas por regimento, estatuto, organograma ou fluxograma de cargos e funções. Estruturas organizacionais triviais como a família, por exemplo, para sobreviver minimamente bem aplicam princípios básicos do trabalho em equipe como a divisão de tarefas, cooperatividade, comunicação, cadência, interatividade, etc.

Os principais programas de gestão de qualidade, a exemplo das Normas de Gestão de Qualidade ISO, trabalham com o conceito básico do Ciclo PDCA – Plan-Do-Check-Action cuja plataforma está no compromisso direto e na sinergia entre membros da organização. O planejamento de metas, a ação conjunta e organizada, a supervisão e o ajuste e correção das falhas são imprescindíveis para qualquer ação produtiva coletiva ou individual.

Para este contexto são necessários que os atores atuem em conjunto sob a uma ou mais lideranças. O líder além de exercer a direção da equipe, tem função de coach, treinador da equipe, que organiza, estimula, testa, supervisiona, inspira e prepara sua equipe para os desafios que o grupo enfrentará buscando assim induzir sua equipe à proatividade, iniciativa, responsabilidade até o momento em que as coisas aconteçam organizadamente, de forma automática e sistêmica, podendo assim identificarmos neste grupo uma cultura organizacional.

Muito se fala de trabalho em equipe inclusive nos próprios ambientes acadêmicos, local principal de ensino desta técnica como ferramenta de trabalho. Mas pouco têm-se aplicado neste ambiente que é seu nascedouro natural e local de reflexão. Especificamente e em tese, o(a) professores(as)(a) deve colocar em prática sua própria teoria diferentemente de modelos de pedagogia centralizadora baseadas e práxis de ensino personalíssima que imprimem uma dinâmica individualista em sala de aula evidenciada por sua dinâmica do tipo quadro (power point), giz (pincel), saliva(mídia audiovisual). O receptáculo do conhecimento (aluno) , – neste caso – continua sendo um mero reprodutor de conteúdos que objetivem garantir sua nota (média para aprovação, em geral) desde que reproduza ipsis literis aquilo que foi ministrado expositivamente. Mas onde fica a formação para o trabalho em equipe, a formação de lideres, de gestores e agentes que visem promover de fato a mudança em suas atuais ou futuras organizações?

Por mais trivial que pareça a resposta é uma questão de ética. Sim! Afinal de quem é o dever de ensinar e aplicar e de quem é o dever de aprender e aplicar? A resposta é: de professores(as) e alunos(as). No entanto, a ausência de ética nesta primeira organização de preparo da vida profissional inicia-se sem ética. Sim a falta de ética entre alunos e professores(as) e vice-versa.

Quando um(a) professor(a) se restringe a aplicar seu conteúdo, sua ementa e testar através de um sistema de avaliação básica, ele está sendo isto mesmo: mero(a) professor(a). Um educador vai além, pois sua relação não é meramente comercial (bico) ou trabalhista (complementação de renda, aposentadoria, status), é antes de mais nada ideológica. O verdadeiro ensino não se molda à mediocridade de contratos de trabalho e cumprimento de carga horária que dificilmente são cumpridos em estruturas menos organizadas. Alguém poderia dizer que o cumprimento do horário de aula como foi contratado pelo aluno(a) (cliente) tornaria o ensino engessado, ou que seria improdutivo manter alunos(as)s que não gostariam de estar no ambiente por n motivos como trabalhar o dia inteiro e estar cansado, possibilidade de perder o ônibus, a violên cia aos arredores, ou alguns motivos mais promíscuos: sabotar o(a) professor(a) para que não cumpra a contento seu conteúdo e cobre menos na avaliação. Mas, perguntemo-nos, esta é uma questão de ética? A resposta é: inequivocamente sim.

A faculdade é o lugar onde oficialmente deveria se aprender ética e o primeiro a desprezá-la, deixá-la e colocar em prática primeiramente através do ensino ministrado aquilo que é não ético. O desprezo ao bom costume, ao regimento, ao código ético de docentes e discentes é o primeiro ato da formação de uma geração estudantil antiética ou eticamente relativista. Prova disto é o conluio entre professores(as) e alunos(as)s.

A relação aluno(a)-professor(a) em muitas instituições educacionais passou a ser definida pela palavra collūdĭum,ĭi, do latin, que conforme Cynthia Amaral em seu Vocabulário Jurídico, significa jogo, entendimento e combinação maliciosa entre duas ou mais pessoas com o objetivo de enganar uma terceira pessoa, ou de se omitir ao cumprimento de uma lei. Esse contrato feito entre professor(a) e aluno(a) ou entre professor(a) e coordenador de curso, pode basicamente ser expresso por aquela máxima bastante conhecida no ambiente acadêmico que define ambos como aquele(a) “professor(a) que finge que ensina e aluno(a) que finge que aprende”, estabelecendo o atual pacto da mediocridade entre alguns(mas) professores(as) e alunos(as), o que isenta ambos de maiores atritos ou contratempos: o aluno(a) recebe sua nota (média para passar na matéria) e o(a) professor(a) recebe seu salário em dias.

Eis a fórmula e a origem do mal para qualquer organização: o conluio, que começa nas relações alunos(as) -professores(as), alunos(as)-alunos(as) (cola), professores(as)(a)-professores(as)(a) (política, poder, aumento de salário, visibilidade, etc) e que se estende a todo e qualquer relação que vise um objetivos genuinamente benéficos para o indivíduo ou para a coletividade. O conluio é a antítese da essência do trabalho em equipe, pois a sua associação é o proveito individual ou coletivo praticado através de contravenções que ferem a boa-fé, e que serão reproduzidos nos lares, nas empresas, na vida pública e em qualquer ação do indivíduo que se imergiu culturalmente em práticas cotidianas que tornam difícil resultados produtivos nas diversas áreas da vida.

Para a parte dois deste artigo buscar-se-á definir como a ausência de princípios básicos do trabalho em equipe e suas distorções afetam o desempenho das organizações, do ambiente coletivo e do indivíduo e cria uma relação ora de subserviência, conspiração, das ações obscuras e outros males nas associações.

Sistemas de energia alternativos – Energia Solar – Entrevista com Engº Hermom Leal

http://g1.globo.com/mato-grosso/bom-dia-mt/videos/t/edicoes/v/conheca-os-detalhes-de-sistemas-de-energia-alternativos/4078205/

Reportagem sobre Sistemas Alternativos de Energia

Reportagem sobre Sistemas Alternativos de Energia

Artigo Sobre Brigadas de Emergência Publicado em Periódico – Janeiro de 2015

http://www.revistaemergencia.com.br/noticias/leia_na_edicao_do_mes/estudo_analisa_a_importancia_de_uma_equipe_especializada_dentro_das_diversas_edificacoes,_evidenciando_seus_conceitos_e_atribuicoes_diante_de_um_atendimento/AQjjAnjg/7698

Estudo analisa a importância de uma equipe especializada dentro das diversas edificações, evidenciando seus conceitos e atribuições diante de um atendimento

PAM de Gratavaí/RS
Data: 01/01/2015 / Fonte: Hermom Leal Moreira e Hauanna Emily Silva Papalardo

Atualmente, a exigência da legislação quanto à formação de Brigadas de Emergência se dá para todo tipo de edificação, exceto edificações residenciais unifamiliares. Para empresas, independe o número de funcionários, o ramo de atuação ou a área física ocupada, o que serve também para entidades sem fins lucrativos, cooperativas ou associações.

A grande preocupação em relação a emergências está ligada ao grau de risco existente, como o fogo que não escolhe local para ocorrer, basta existirem não conformidades. Relatos históricos mostram que desde a pré-história até a atualidade, o fogo é uma das grandes descobertas do homem.

Segundo o CBMES (Corpo de Bombeiros Militar do Espírito Santo), um dos grandes marcos da história da civilização humana foi o domínio do fogo pelo homem. A partir daí, foi possível aquecer e coser alimentos, fundir metais para fabricação de utensílios e máquinas, entre outras utilidades.

Diante disto, o homem passou a manipular o fogo mediante suas necessidades, mas o mesmo fogo que beneficia, pode causar grandes desastres quando foge do controle, causando danos catastróficos.

De acordo com A. B. C. Júnior e W. C. Leite, um dos problemas mais antigos da humanidade era combater os grandes incêndios que quando ocorriam se tornavam devastadores, pois não podiam ser controlados, e destruíam tudo que encontravam pela frente.

Levando em consideração os grandes acidentes que já ocorreram, podemos enumerar também vários causadores como derramamento de produtos químicos ou vazamento de gás. Porém, um dos grandes vilões, ainda continua sendo o fogo. Como a maioria dos acidentes está ligada a incêndios, podemos observar que muitas destas tragédias tiveram início com pequenos focos que acabaram tomando proporções devastadoras.

Segundo J. C. L. Araújo, a maioria das tragédias causadas pelos incêndios tem início em pequenos focos denominados princípios de incêndios, gerados por atos e condições inseguras. Conforme o autor, estas ocorrências poderiam ser evitadas, muitas vidas preservadas e bens produtivos protegidos, se houvesse uma cultura de prevenção disseminada desde a escola. Atualmente, o maior responsável pelas tragédias é o ser humano, seja por falta de informação, omissão ou até mesmo negligência dos fatos. Trabalhadores do comércio, escolas, repartições públicas, locais de entretenimento, entre outros estabelecimentos, carecem de exigências de procedimentos de prevenção e combate a emergências. Em outras palavras, os acidentes não acontecem, e sim são causados. Se eles têm uma causa, logo podem ser evitados, desde que a condição insegura seja removida ou eliminado o ato inseguro que tiver a potencialidade de constituir-se em causa do acidente, explica J. C. L. Araújo.

A melhor maneira de se evitar um acidente ainda é a prevenção. Quanto mais eficiente ela for, menores serão as ocorrências. As pessoas devem estar bem treinadas e capacitadas para agir mediante uma emergência, minimizando, assim, as perdas. Sendo assim, podemos destacar que falta orientação aos usuários de shopping centers, teatros, restaurantes, dentre outros.

Conforme M. Hara et. al., nenhum sistema de prevenção de incêndio será eficaz se não houver pessoas treinadas e capacitadas para operá-lo. Indivíduos com conhecimentos de combate ao incêndio, capacitação para situações imprevistas e de emergência, controle emocional e ainda conhecendo as técnicas de primeiros socorros, serão decisivos em situações críticas, salvando empresas de sucumbirem diante do fogo e, acima de tudo, evitando que vidas sejam perdidas.

Confira o artigo completo na edição de janeiro da Revista Emergência.

Reportagem sobre Descargas Atmosféricas e Proteção em Instalações Elétricas

http://g1.globo.com/mato-grosso/bom-dia-mt/videos/t/edicoes/v/saiba-como-evitar-danos-causados-por-descargas-eletricas/3941020/

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Engº Hermom Leal


1.Especialista em Engenharia de Segurança do Trabalho pela Univ. de Cuiabá - UNIC;
2.Engenheiro Eletricista/Telecomunicações pela Univ.Federal de Mato Grosso;
3.Mestrando em Engenharia de Produção pela Univ. Federal de Rio Grande do Sul (UFRGS);