Artigo Sobre Brigadas de Emergência Publicado em Periódico – Janeiro de 2015

http://www.revistaemergencia.com.br/noticias/leia_na_edicao_do_mes/estudo_analisa_a_importancia_de_uma_equipe_especializada_dentro_das_diversas_edificacoes,_evidenciando_seus_conceitos_e_atribuicoes_diante_de_um_atendimento/AQjjAnjg/7698

Estudo analisa a importância de uma equipe especializada dentro das diversas edificações, evidenciando seus conceitos e atribuições diante de um atendimento

PAM de Gratavaí/RS
Data: 01/01/2015 / Fonte: Hermom Leal Moreira e Hauanna Emily Silva Papalardo

Atualmente, a exigência da legislação quanto à formação de Brigadas de Emergência se dá para todo tipo de edificação, exceto edificações residenciais unifamiliares. Para empresas, independe o número de funcionários, o ramo de atuação ou a área física ocupada, o que serve também para entidades sem fins lucrativos, cooperativas ou associações.

A grande preocupação em relação a emergências está ligada ao grau de risco existente, como o fogo que não escolhe local para ocorrer, basta existirem não conformidades. Relatos históricos mostram que desde a pré-história até a atualidade, o fogo é uma das grandes descobertas do homem.

Segundo o CBMES (Corpo de Bombeiros Militar do Espírito Santo), um dos grandes marcos da história da civilização humana foi o domínio do fogo pelo homem. A partir daí, foi possível aquecer e coser alimentos, fundir metais para fabricação de utensílios e máquinas, entre outras utilidades.

Diante disto, o homem passou a manipular o fogo mediante suas necessidades, mas o mesmo fogo que beneficia, pode causar grandes desastres quando foge do controle, causando danos catastróficos.

De acordo com A. B. C. Júnior e W. C. Leite, um dos problemas mais antigos da humanidade era combater os grandes incêndios que quando ocorriam se tornavam devastadores, pois não podiam ser controlados, e destruíam tudo que encontravam pela frente.

Levando em consideração os grandes acidentes que já ocorreram, podemos enumerar também vários causadores como derramamento de produtos químicos ou vazamento de gás. Porém, um dos grandes vilões, ainda continua sendo o fogo. Como a maioria dos acidentes está ligada a incêndios, podemos observar que muitas destas tragédias tiveram início com pequenos focos que acabaram tomando proporções devastadoras.

Segundo J. C. L. Araújo, a maioria das tragédias causadas pelos incêndios tem início em pequenos focos denominados princípios de incêndios, gerados por atos e condições inseguras. Conforme o autor, estas ocorrências poderiam ser evitadas, muitas vidas preservadas e bens produtivos protegidos, se houvesse uma cultura de prevenção disseminada desde a escola. Atualmente, o maior responsável pelas tragédias é o ser humano, seja por falta de informação, omissão ou até mesmo negligência dos fatos. Trabalhadores do comércio, escolas, repartições públicas, locais de entretenimento, entre outros estabelecimentos, carecem de exigências de procedimentos de prevenção e combate a emergências. Em outras palavras, os acidentes não acontecem, e sim são causados. Se eles têm uma causa, logo podem ser evitados, desde que a condição insegura seja removida ou eliminado o ato inseguro que tiver a potencialidade de constituir-se em causa do acidente, explica J. C. L. Araújo.

A melhor maneira de se evitar um acidente ainda é a prevenção. Quanto mais eficiente ela for, menores serão as ocorrências. As pessoas devem estar bem treinadas e capacitadas para agir mediante uma emergência, minimizando, assim, as perdas. Sendo assim, podemos destacar que falta orientação aos usuários de shopping centers, teatros, restaurantes, dentre outros.

Conforme M. Hara et. al., nenhum sistema de prevenção de incêndio será eficaz se não houver pessoas treinadas e capacitadas para operá-lo. Indivíduos com conhecimentos de combate ao incêndio, capacitação para situações imprevistas e de emergência, controle emocional e ainda conhecendo as técnicas de primeiros socorros, serão decisivos em situações críticas, salvando empresas de sucumbirem diante do fogo e, acima de tudo, evitando que vidas sejam perdidas.

Confira o artigo completo na edição de janeiro da Revista Emergência.

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Engº Hermom Leal


1.Especialista em Engenharia de Segurança do Trabalho pela Univ. de Cuiabá - UNIC;
2.Engenheiro Eletricista/Telecomunicações pela Univ.Federal de Mato Grosso;
3.Mestrando em Engenharia de Produção pela Univ. Federal de Rio Grande do Sul (UFRGS);


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