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Minicurso de Latex Setembro – 2017 – Uma visão Geral sobre a ferramenta de edição de textos

Clique no link abaixo para acessar a apresentação.

Minicurso LATEX Hermom

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Artigo publicado no World Energy Council – Istambul – Turquia

http://www.wec2016istanbul.org.tr/ok

 

Sistemas de energia alternativos – Energia Solar – Entrevista com Engº Hermom Leal

http://g1.globo.com/mato-grosso/bom-dia-mt/videos/t/edicoes/v/conheca-os-detalhes-de-sistemas-de-energia-alternativos/4078205/

Reportagem sobre Sistemas Alternativos de Energia

Reportagem sobre Sistemas Alternativos de Energia

Artigo Sobre Brigadas de Emergência Publicado em Periódico – Janeiro de 2015

http://www.revistaemergencia.com.br/noticias/leia_na_edicao_do_mes/estudo_analisa_a_importancia_de_uma_equipe_especializada_dentro_das_diversas_edificacoes,_evidenciando_seus_conceitos_e_atribuicoes_diante_de_um_atendimento/AQjjAnjg/7698

Estudo analisa a importância de uma equipe especializada dentro das diversas edificações, evidenciando seus conceitos e atribuições diante de um atendimento

PAM de Gratavaí/RS
Data: 01/01/2015 / Fonte: Hermom Leal Moreira e Hauanna Emily Silva Papalardo

Atualmente, a exigência da legislação quanto à formação de Brigadas de Emergência se dá para todo tipo de edificação, exceto edificações residenciais unifamiliares. Para empresas, independe o número de funcionários, o ramo de atuação ou a área física ocupada, o que serve também para entidades sem fins lucrativos, cooperativas ou associações.

A grande preocupação em relação a emergências está ligada ao grau de risco existente, como o fogo que não escolhe local para ocorrer, basta existirem não conformidades. Relatos históricos mostram que desde a pré-história até a atualidade, o fogo é uma das grandes descobertas do homem.

Segundo o CBMES (Corpo de Bombeiros Militar do Espírito Santo), um dos grandes marcos da história da civilização humana foi o domínio do fogo pelo homem. A partir daí, foi possível aquecer e coser alimentos, fundir metais para fabricação de utensílios e máquinas, entre outras utilidades.

Diante disto, o homem passou a manipular o fogo mediante suas necessidades, mas o mesmo fogo que beneficia, pode causar grandes desastres quando foge do controle, causando danos catastróficos.

De acordo com A. B. C. Júnior e W. C. Leite, um dos problemas mais antigos da humanidade era combater os grandes incêndios que quando ocorriam se tornavam devastadores, pois não podiam ser controlados, e destruíam tudo que encontravam pela frente.

Levando em consideração os grandes acidentes que já ocorreram, podemos enumerar também vários causadores como derramamento de produtos químicos ou vazamento de gás. Porém, um dos grandes vilões, ainda continua sendo o fogo. Como a maioria dos acidentes está ligada a incêndios, podemos observar que muitas destas tragédias tiveram início com pequenos focos que acabaram tomando proporções devastadoras.

Segundo J. C. L. Araújo, a maioria das tragédias causadas pelos incêndios tem início em pequenos focos denominados princípios de incêndios, gerados por atos e condições inseguras. Conforme o autor, estas ocorrências poderiam ser evitadas, muitas vidas preservadas e bens produtivos protegidos, se houvesse uma cultura de prevenção disseminada desde a escola. Atualmente, o maior responsável pelas tragédias é o ser humano, seja por falta de informação, omissão ou até mesmo negligência dos fatos. Trabalhadores do comércio, escolas, repartições públicas, locais de entretenimento, entre outros estabelecimentos, carecem de exigências de procedimentos de prevenção e combate a emergências. Em outras palavras, os acidentes não acontecem, e sim são causados. Se eles têm uma causa, logo podem ser evitados, desde que a condição insegura seja removida ou eliminado o ato inseguro que tiver a potencialidade de constituir-se em causa do acidente, explica J. C. L. Araújo.

A melhor maneira de se evitar um acidente ainda é a prevenção. Quanto mais eficiente ela for, menores serão as ocorrências. As pessoas devem estar bem treinadas e capacitadas para agir mediante uma emergência, minimizando, assim, as perdas. Sendo assim, podemos destacar que falta orientação aos usuários de shopping centers, teatros, restaurantes, dentre outros.

Conforme M. Hara et. al., nenhum sistema de prevenção de incêndio será eficaz se não houver pessoas treinadas e capacitadas para operá-lo. Indivíduos com conhecimentos de combate ao incêndio, capacitação para situações imprevistas e de emergência, controle emocional e ainda conhecendo as técnicas de primeiros socorros, serão decisivos em situações críticas, salvando empresas de sucumbirem diante do fogo e, acima de tudo, evitando que vidas sejam perdidas.

Confira o artigo completo na edição de janeiro da Revista Emergência.

Reportagem sobre Descargas Atmosféricas e Proteção em Instalações Elétricas

http://g1.globo.com/mato-grosso/bom-dia-mt/videos/t/edicoes/v/saiba-como-evitar-danos-causados-por-descargas-eletricas/3941020/

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Evento – IV SMNC – IV Simpósio de Métodos Numéricos e Computacionais

Participação com Publicação e Apresentação de Artigo no Evento – IV SMNC – IV Simpósio de Métodos Numéricos e Computacionais CAM03724CAM03732 CAM03730 CAM03728 

Local: UFPR – Universidade Federal do Paraná

Curitiba/ PR

Data: 03, 04, 05/11/2014

Link> http://www.ppgmne.ufpr.br/projetos/smnc-simposio-de-metodos-numericos-computacionais/ 

Artigo Publicado no Blog – Educação em Inovação

http://www.educacaoeminovacao.com.br/2014/08/afetividade-e-sentimentalismo.html

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Percepções sobre a afetividade e o sentimentalismo como fundamento tutelar aplicado ao ensino na obra de Rousseau

Beber direto da fonte ou aos originais é tarefa sine qua non na pesquisa que busca resultados originais. Muito se escreve sobre o pai da pedagogia infantil – Jean Jacques Rousseau – seus críticos e admiradores iniciam suas leituras e percepções desde aquelas coleções de banca de jornal, evoluindo até os ensaios da alta crítica, que podem ou não estar inseridas no ambiente academicista. Este artigo tem por objetivo refletir sobre a crítica que se faz ao suposto sentimentalismo e vitimalismo atribuído pela crítica à obra de Rousseau.

Introdução

Na visão de muitos observadores, o romantismo e sentimentalismo de Rousseau são prejudiciais aos nobres ideais de uma verdadeira cidadania. Constata-se que, de fato, principalmente no que tange à área da pedagogia, foi este um dos pilares da obra de Rousseau: a afetividade, que em sua opinião deveria envolver as relações entre os membros da comunidade, principalmente na relação tutelar, desde a de pai com o filho, de mestre com o aprendiz, de governo para com o povo e em todas as áreas do relacionamento e viver em comunidade. Daí se outorgar aos ideais rousseanianos, o cerne da ideologia da Revolução Francesa, expresso no terceiro lema: Fraternité. A palavra fraternidade envolve significação diretamente relacionada ao sentimento de pai para filho, de irmão para irmão e de amigo para amigo, e nisso deveria fundamentar-se a paz das nações segundo o ideal revolucionário.
Afetividade na obra de Rousseau
Nas primeiras obras do filósofo, são tratados assuntos universais, como se constata em Contrato social, Origem das desigualdades e Confissões, que, definidos dentro de sua dialética, serão aplicados a posteriori a diversas áreas que a obra do pensador tangenciou. Do ensino da criança, adolescente e jovem em O Emílio, até à vida adulta, como marido e mulher e amantes, visto em Emílio e Sophia e a Nova Heloísa, Rousseau centraliza em sua obra os princípios outrora sistematizados em seus textos iniciais, aplicando-os em discursos práticos na área do ensino, pedagogia, relacionamento familiar e vida em comunidade.
Para a crítica, a principal motivação para tal fase literária de Rousseau deve-se à tentativa de renegar sua vida promíscua na juventude, os problemas de abandono de filhos, a aventuras com mulheres da elite francesa. Apesar dessa leitura, não se pode ignorar ou omitir-se que em Rousseau ocorre o resgate e hasteamento da proteção aos mais fracos, no que tange ao sentimento fraterno: o ser em desenvolvimento, que deve estar sob a condição de tutela, tema este, central em O Emílio, obra que destaca a aversão de Rousseau ao hedonismo e vitimismo do jovem, uma vez que são destacados valores diametralmente opostos.
Tutela ao menor baseada na afetividade
Historicamente, pode ser constatado na Europa de Rousseau, onde a situação do menor, principalmente de classes inferiores, era precária, e isso prescindia de uma ideologia fundamentada na inversão da situação da criança coisificada, em uma nova visão do ser em formação, que carecia de um tratamento baseado no afeto, substituído pela crítica como sentimentalismo. Talvez a única teoria pedagógica que prescinda daquela baseada no amparo afetivo seja a militar; no entanto, ainda existem outros sentimentos ou ideais, que, segundo a visão belicista, podem substituir o afeto em si mesmo, como o companheirismo, o altruísmo que na realidade estaria incluso na mesma espécie de sentimento fraterno.
Rousseau e aplicações no Ensino
Nenhuma pedagogia infantil que se preze prescinde dos ideais rousseanianos, e nisso está o mérito da obra do filósofo, que não foi desenvolvida friamente ou com o rigor técnico de outros pensadores, mas sim pela via literária cotidiana inclusive por intermédio de contos com enredo e personagens, em que as ideias são aplicadas de forma natural e principalmente didáticas ao leitor, com linguagem simples e acessível especialmente aos tutores. Segundo Rousseau, agir com sentimentalismo é reconhecer a posição de fragilidade do ser que é beneficiário da tutela, e esse viés pedagógico é universal, apesar da confusão feita por muitos intérpretes atribuindo à sua obra a fragilidade humana destacada em Niestzche. Talvez seja por isso que o ensino e as técnicas da pedagogia têm se tornado ineficientes, pois carecem do elemento da afetividade, primeiramente porque pode ter faltado ao tutor, que na maioria das vezes não a desenvolveu para com seus aprendizes, e isso se torna cíclico.
Conclusão
Um alerta aos estudiosos de qualquer área do conhecimento é que não se pode medir conhecimento somente quantitativamente, porque obviamente saber, etimologicamente falando, (know, em inglês) é diferente de ter conhecimento (knowlwdge, em inglês). Saber é diferente de ter informação. Ter uma biblioteca com mais de mil exemplares de livros não significa sabedoria, mas posse de informação a respeito de algo, que pode ou não ser manipulado acertadamente. Erros conceituais surgem daí, principalmente em obras de pensadores que revolveriam em seu túmulo sem poder esclarecer o que realmente teriam dito. Sendo assim, a principal divergência no que tange ao significado e impacto de sentimentalismo e vitimalismo em Rousseau pode ser descrito como um equívoco conceitual sobre os termos e suas aplicações. Para formar opinião sobre isso, nenhum conhecimento tão dilatado sobre Rousseau é necessário, o que pode ser verificado até mesmo por iniciantes.
A outros autores, menos a Rousseau, pode ser atribuída a pecha de que promoveu um sentimentalismo exagerado, inconveniente ou equivocado. Seres sensíveis emocionalmente devem ser tratados com sensibilidade e assim por diante, e essa coerência é existente e legítima em toda a obra de Rousseau, devendo ser sempre aplicada pelos educadores da atualidade.
Educacao Inovacao Sentimentalismo

Hermom Leal Moreira


Engenheiro Eletricista
Engenheiro de Segurança do Trabalho


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Engº Hermom Leal


1.Especialista em Engenharia de Segurança do Trabalho pela Univ. de Cuiabá - UNIC;
2.Engenheiro Eletricista/Telecomunicações pela Univ.Federal de Mato Grosso;
3.Mestrando em Engenharia de Produção pela Univ. Federal de Rio Grande do Sul (UFRGS);