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Evento – IV SMNC – IV Simpósio de Métodos Numéricos e Computacionais

Participação com Publicação e Apresentação de Artigo no Evento – IV SMNC – IV Simpósio de Métodos Numéricos e Computacionais CAM03724CAM03732 CAM03730 CAM03728 

Local: UFPR – Universidade Federal do Paraná

Curitiba/ PR

Data: 03, 04, 05/11/2014

Link> http://www.ppgmne.ufpr.br/projetos/smnc-simposio-de-metodos-numericos-computacionais/ 

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Artigo Publicado no Blog – Educação em Inovação

http://www.educacaoeminovacao.com.br/2014/08/afetividade-e-sentimentalismo.html

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Percepções sobre a afetividade e o sentimentalismo como fundamento tutelar aplicado ao ensino na obra de Rousseau

Beber direto da fonte ou aos originais é tarefa sine qua non na pesquisa que busca resultados originais. Muito se escreve sobre o pai da pedagogia infantil – Jean Jacques Rousseau – seus críticos e admiradores iniciam suas leituras e percepções desde aquelas coleções de banca de jornal, evoluindo até os ensaios da alta crítica, que podem ou não estar inseridas no ambiente academicista. Este artigo tem por objetivo refletir sobre a crítica que se faz ao suposto sentimentalismo e vitimalismo atribuído pela crítica à obra de Rousseau.

Introdução

Na visão de muitos observadores, o romantismo e sentimentalismo de Rousseau são prejudiciais aos nobres ideais de uma verdadeira cidadania. Constata-se que, de fato, principalmente no que tange à área da pedagogia, foi este um dos pilares da obra de Rousseau: a afetividade, que em sua opinião deveria envolver as relações entre os membros da comunidade, principalmente na relação tutelar, desde a de pai com o filho, de mestre com o aprendiz, de governo para com o povo e em todas as áreas do relacionamento e viver em comunidade. Daí se outorgar aos ideais rousseanianos, o cerne da ideologia da Revolução Francesa, expresso no terceiro lema: Fraternité. A palavra fraternidade envolve significação diretamente relacionada ao sentimento de pai para filho, de irmão para irmão e de amigo para amigo, e nisso deveria fundamentar-se a paz das nações segundo o ideal revolucionário.
Afetividade na obra de Rousseau
Nas primeiras obras do filósofo, são tratados assuntos universais, como se constata em Contrato social, Origem das desigualdades e Confissões, que, definidos dentro de sua dialética, serão aplicados a posteriori a diversas áreas que a obra do pensador tangenciou. Do ensino da criança, adolescente e jovem em O Emílio, até à vida adulta, como marido e mulher e amantes, visto em Emílio e Sophia e a Nova Heloísa, Rousseau centraliza em sua obra os princípios outrora sistematizados em seus textos iniciais, aplicando-os em discursos práticos na área do ensino, pedagogia, relacionamento familiar e vida em comunidade.
Para a crítica, a principal motivação para tal fase literária de Rousseau deve-se à tentativa de renegar sua vida promíscua na juventude, os problemas de abandono de filhos, a aventuras com mulheres da elite francesa. Apesar dessa leitura, não se pode ignorar ou omitir-se que em Rousseau ocorre o resgate e hasteamento da proteção aos mais fracos, no que tange ao sentimento fraterno: o ser em desenvolvimento, que deve estar sob a condição de tutela, tema este, central em O Emílio, obra que destaca a aversão de Rousseau ao hedonismo e vitimismo do jovem, uma vez que são destacados valores diametralmente opostos.
Tutela ao menor baseada na afetividade
Historicamente, pode ser constatado na Europa de Rousseau, onde a situação do menor, principalmente de classes inferiores, era precária, e isso prescindia de uma ideologia fundamentada na inversão da situação da criança coisificada, em uma nova visão do ser em formação, que carecia de um tratamento baseado no afeto, substituído pela crítica como sentimentalismo. Talvez a única teoria pedagógica que prescinda daquela baseada no amparo afetivo seja a militar; no entanto, ainda existem outros sentimentos ou ideais, que, segundo a visão belicista, podem substituir o afeto em si mesmo, como o companheirismo, o altruísmo que na realidade estaria incluso na mesma espécie de sentimento fraterno.
Rousseau e aplicações no Ensino
Nenhuma pedagogia infantil que se preze prescinde dos ideais rousseanianos, e nisso está o mérito da obra do filósofo, que não foi desenvolvida friamente ou com o rigor técnico de outros pensadores, mas sim pela via literária cotidiana inclusive por intermédio de contos com enredo e personagens, em que as ideias são aplicadas de forma natural e principalmente didáticas ao leitor, com linguagem simples e acessível especialmente aos tutores. Segundo Rousseau, agir com sentimentalismo é reconhecer a posição de fragilidade do ser que é beneficiário da tutela, e esse viés pedagógico é universal, apesar da confusão feita por muitos intérpretes atribuindo à sua obra a fragilidade humana destacada em Niestzche. Talvez seja por isso que o ensino e as técnicas da pedagogia têm se tornado ineficientes, pois carecem do elemento da afetividade, primeiramente porque pode ter faltado ao tutor, que na maioria das vezes não a desenvolveu para com seus aprendizes, e isso se torna cíclico.
Conclusão
Um alerta aos estudiosos de qualquer área do conhecimento é que não se pode medir conhecimento somente quantitativamente, porque obviamente saber, etimologicamente falando, (know, em inglês) é diferente de ter conhecimento (knowlwdge, em inglês). Saber é diferente de ter informação. Ter uma biblioteca com mais de mil exemplares de livros não significa sabedoria, mas posse de informação a respeito de algo, que pode ou não ser manipulado acertadamente. Erros conceituais surgem daí, principalmente em obras de pensadores que revolveriam em seu túmulo sem poder esclarecer o que realmente teriam dito. Sendo assim, a principal divergência no que tange ao significado e impacto de sentimentalismo e vitimalismo em Rousseau pode ser descrito como um equívoco conceitual sobre os termos e suas aplicações. Para formar opinião sobre isso, nenhum conhecimento tão dilatado sobre Rousseau é necessário, o que pode ser verificado até mesmo por iniciantes.
A outros autores, menos a Rousseau, pode ser atribuída a pecha de que promoveu um sentimentalismo exagerado, inconveniente ou equivocado. Seres sensíveis emocionalmente devem ser tratados com sensibilidade e assim por diante, e essa coerência é existente e legítima em toda a obra de Rousseau, devendo ser sempre aplicada pelos educadores da atualidade.
Educacao Inovacao Sentimentalismo

Hermom Leal Moreira


Engenheiro Eletricista
Engenheiro de Segurança do Trabalho

Reportagem altura de fiação rede elétrica – TV CENTRO AMÉRICA – GLOBO

Reportagem Altura de Fiação

Reportagem – Altura de Fiação Elétricas – TV CENTRO AMÉRICA – GLOBO

http://g1.globo.com/videos/mato-grosso/bom-dia-mt/t/edicoes/v/regras-determinam-a-altura-da-fiacao-na-rede-eletrica-para-evitar-acidentes/3684936/

Fiação Rede Elétrica

Reportagem sobre Segurança com Motocicletas – TV CENTRO AMÉRICA

Reportagem sobre Segurança com Motocicletas – TV CENTRO AMÉRICA

Reportagem sobre Bioeletricidade: energia elétrica limpa e renovável Destaque

Click aqui para ver reportagem completa

Bioeletricidade

“Uma das desvantagens da produção de energia advinda da biomassa tem a ver com a emissão de particulados na queima destes resíduos que, felizmente, pode ter seus efeitos prejudiciais minimizados caso o sistema de geração invista na neutralização e catalisação dos gases e partículas produzidas na queima da biomassa”, afirma o engenheiro elétrico e professor da Universidade de Cuiabá (UNIC-Cuiabá/MT), Hermom Leal Moreira.

REPORTAGEM TV GLOBO – Alerta sobre ligacoes clandestinas de energia

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Engº Hermom Leal


1.Especialista em Engenharia de Segurança do Trabalho pela Univ. de Cuiabá - UNIC;
2.Engenheiro Eletricista/Telecomunicações pela Univ.Federal de Mato Grosso;
3.Mestrando em Engenharia de Produção pela Univ. Federal de Rio Grande do Sul (UFRGS);